A relação entre saúde mental e hipertensão arterial tem chamado a atenção de pesquisadores e médicos. De acordo com o Ministério da Saúde1, cerca de um terço da população adulta apresenta diagnóstico de hipertensão, condição considerada um dos principais fatores de risco para infarto e AVC e que costuma evoluir de forma silenciosa, sem sintomas claros. Além dos fatores tradicionais, como genética, alimentação rica em sal, sedentarismo e obesidade, evidências recentes indicam que transtornos como ansiedade, estresse crônico e depressão também podem contribuir para o surgimento e agravamento da doença.
Estudo publicado no Journal of the American Heart Association2 e uma ampla revisão sistemática de 20253 mostram que a presença simultânea de ansiedade e depressão esteve associada à maior probabilidade de hipertensão em jovens adultos, sugerindo que fatores emocionais podem influenciar não apenas o bem-estar psicológico, mas também a saúde cardiovascular.
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