A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão do inquérito que investigava supostas interferências indevidas do então presidente Jair Bolsonaro na corporação e concluiu, pela segunda vez, que não há provas da prática de crimes no caso.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, havia determinado a reabertura da investigação, iniciada após a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça. Na ocasião, Moro afirmou ter sofrido pressão do presidente para promover mudanças em cargos de comando da Polícia Federal, supostamente por receio do avanço do inquérito das fake news contra aliados do governo. À época, a PF já havia concluído pela inexistência de interferência indevida, e o então procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu o arquivamento do caso.
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