SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A aprovação pelo Parlamento de Israel de uma lei controversa que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques com vítimas fatais motivou críticas ao governo de Binyamin Netanyahu, o mais à direita da história do país. A mais dura foi feita pelo premiê da Espanha, Pedro Sánchez, que descreveu a medida como um “passo a mais rumo ao apartheid”.
Na rede social X, Sánchez escreveu nesta terça-feira (31) que a lei é assimétrica porque não deverá ser aplicada a israelenses que cometam crimes semelhantes. “Mesmo crime, pena diferente. Isso não é justiça. É mais um passo rumo ao apartheid. O mundo não pode permanecer em silêncio”, publicou o socialista, um dos líderes europeus mais críticos ao governo Netanyahu.
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