Um estudo divulgado nesta terça-feira por uma coalizão internacional de organizações ambientais afirma que 74% das declarações sobre supostos benefícios climáticos da inteligência artificial generativa não têm base científica consistente. Segundo o relatório, essas narrativas favorecem interesses das indústrias de tecnologia e de combustíveis fósseis, ao mesmo tempo em que minimizam os impactos ambientais associados à expansão da tecnologia.
O levantamento foi conduzido por entidades como Beyond Fossil Fuels, Green Web Foundation e Friends of the Earth US, com apoio de grupos como Climate Action Against Disinformation, Stand.earth e Green Screen Coalition. Ao todo, foram analisadas 154 afirmações que defendem que a IA teria um impacto climático líquido positivo, incluindo declarações de empresas como Google e Microsoft e da Agência Internacional de Energia.
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