SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – No universo do marketing esportivo, existem logotipos que desaparecem com o fim dos contratos e outros que se tornam parte da pele do atleta. O caso do Banco Nacional e Ayrton Senna desafia a lógica econômica: como uma marca vinculada a uma das maiores fraudes bancárias da história do Brasil conseguiu se manter como um dos símbolos mais afetivos do automobilismo, trinta anos após a morte de seu principal embaixador?
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