A mãe do menino de dois anos e três meses que foi submetido ao transplante de um coração que estava “queimado”, no último dia 23 de dezembro, assumiu que, enquanto o seu filho “respirar”, não o abandonará, uma vez que “está vivo”. Quando passou passou pela primeira cirurgia de emergência, a criança recebeu um órgão inadequado, que não estaria em boas condições devido ao mal armazenamento feito pelos especialistas.
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