A Agência Mundial Antidoping (Wada) afirmou que pode abrir uma investigação caso apareçam evidências sobre as alegações de que atletas do salto de esqui estariam injetando substâncias no pênis para obter vantagem esportiva. Em janeiro, o jornal alemão Bild publicou que alguns saltadores estariam aplicando ácido hialurônico antes de serem medidos para os trajes. A substância, que não é proibida, pode aumentar a circunferência do pênis em um ou dois centímetros, o que ampliaria a área de superfície do traje e, segundo a FIS, poderia melhorar o voo.
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