William Li estava de folga e, por isso, em casa quando recebeu uma chamada da sua esposa: “Há um incêndio. Precisas de sair daí”, disse a mulher. Ela não parecia nervosa nem preocupada e não havia nada a indicar que a situação fosse séria: Li não sentia o cheiro de fumaça e os alarmes não tinham disparado.
O homem estava em um dos edifícios do bairro de Hong Kong que pegaram fogo durante dois dias, em um incêndio que se tornou o mais mortífero na história da região nos últimos 100 anos. Até ao momento, há 128 mortos confirmados.
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