(Gabriela Cupani) Noites excessivamente quentes, típicas dos períodos de extremos climáticos conhecidos como “ondas de calor”, podem aumentar a frequência de apneia obstrutiva do sono. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade Flinders, na Austrália, publicado no periódico European Respiratory Journal
Para cada grau de aumento na temperatura, a prevalência da apneia cresce 1,12%, de acordo com a pesquisa. Diante de um cenário de elevação mundial de temperaturas e episódios de extremos climáticos cada vez mais frequentes, isso pode aumentar a carga global da doença, trazendo impactos individuais e econômicos, diz a publicação.
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