A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de suspender os chamados penduricalhos nos salários do funcionalismo público foi interpretada, nos bastidores da Corte, como um recado ao presidente do STF, Edson Fachin. O gesto expôs divergências internas sobre qual deve ser a prioridade de uma agenda ética para o tribunal.
Interlocutores de Dino afirmam que o ministro buscou sinalizar que um verdadeiro código de conduta para a magistratura passa, прежде de tudo, pelo enfrentamento dos supersalários. Na avaliação desse grupo, estabelecer regras sobre palestras e participação em eventos seria algo secundário diante da necessidade de rever verbas que elevam vencimentos acima do teto constitucional.
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