Itaú Unibanco, Caixa Econômica, Bradesco, Banco do Brasil e Santander arcarão com os maiores custos para bancar a recomposição do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após o rombo deixado pelo caso Master. Estimativas de analistas consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) sugerem que os cinco maiores bancos do País podem ter que desembolsar, no agregado, um montante ao redor R$ 30 bilhões já nos próximos meses.
Support authors and subscribe to content
This is premium stuff. Subscribe to read the entire article.













