Quando pensamos nos perigos do calor extremo, queimaduras solares, desidratação e insolação são provavelmente os primeiros sintomas que nos vêm à mente. Mas uma nova pesquisa da Escola de Gerontologia Leonard Davis da Universidade do Sul da Califórnia revela uma ameaça mais profunda e traiçoeira: o envelhecimento acelerado à nível celular. Cientistas estão descobrindo como a exposição prolongada a altas temperaturas, especialmente em cidades como Phoenix, Houston e Miami, pode acelerar o envelhecimento biológico de maneiras comparáveis ao tabagismo ou ao consumo excessivo de álcool. Da tensão cardíaca às mudanças epigenéticas, o calor está nos desgastando silenciosamente de dentro para fora.
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