Após críticas nos bastidores do governo e do PT à postura recente do Banco Central, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, evitou avaliar diretamente a atuação do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo. “Eu não vou comentar o papel do BC porque tem a sua competência”, disse. Ainda assim, afirmou que, “do lado da Fazenda”, há decisões “colocando na mesa” para reforçar o ajuste fiscal, citando “reforma tributária”, a revisão do Perse e “corte linear de 10% nos benefícios tributários”. As declarações foram dadas em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
O Palácio do Planalto e o PT intensificaram críticas a Galípolo após o depoimento do presidente do BC à CPI do Crime Organizado, na quarta-feira (8). Na ocasião, ele afirmou não haver indícios de responsabilidade de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no caso Master, contrariando a estratégia governista de associar as fragilidades da instituição à gestão de Jair Bolsonaro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a se referir ao Master como “ovo da serpente” de Bolsonaro e Campos Neto.
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