(FOLHAPRESS) – Aguardada há anos por investidores, a estreia da Shein na Bolsa de Valores de Hong Kong, prevista para o final deste trimestre, põe fim à seca de IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) que tomou o setor de varejo de moda globalmente.
Entre as varejistas têxteis brasileiras, no entanto, há poucos motivos para comemorar. Um relatório do BTG Pactual publicado neste mês apontou que, depois de levantar capital com a venda de ações, a Shein terá fôlego para praticar preços ainda mais baixos e, assim, aumentar a vantagem competitiva no país.
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