A investigadora da Polícia Civil de São Paulo Tânia Aparecida Nastri depositou em juízo fiança de R$ 20 mil para não ser presa. Ela está sob suspeita porque teria usado suposto prestígio seu junto a nomes do alto escalão da corporação para pegar propinas de policiais investigados em processos disciplinares na Corregedoria. O valor foi estipulado pelo juiz Paulo Fernando Deroma de Mello, da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital. Tânia também colocou tornozeleira eletrônica e entregou seu passaporte. Um colega dela, Carlos Huerta, alvo da mesma investigação, seguiu o mesmo procedimento para não ficar preso preventivamente.
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