Um iminente corte de juros no Brasil pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em março estimula o Ibovespa no começo do pregão desta quinta-feira, 29, a despeito de o índice ter fechado ontem com mais uma marca inédita, aos 184.691,05 pontos, em alta de 1,52%. Apesar da indicação de recuo à frente da Selic, o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos seguirá elevado, o que aumenta a expectativa de que investidores estrangeiros continuem aportando na B3, ao menos por enquanto.
A valorização de 1,78% do minério de ferro em Dalian, na China, e o avanço de cerca de 3,50% do petróleo no exterior também dão suporte ao mercado. Ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã ao afirmar que o tempo para a realização de um acordo nuclear estaria se esgotando.
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