PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – O gabinete do primeiro-ministro Sébastien Lecornu sobreviveu, nesta quarta-feira (14), a duas moções de censura na Assembleia Nacional, apresentadas separadamente pela ultraesquerda e pela ultradireita. O motivo de ambas foi a aprovação na semana passada, pelo Conselho Europeu, do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.
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