A China alertou, nesta segunda-feira, os Estados Unidos para que não usem outros países como pretexto para avançar interesses próprios na Groenlândia e afirmou que suas atividades no Ártico seguem as normas do direito internacional.
Em entrevista coletiva, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, declarou que “os direitos e as liberdades de todos os países para conduzir atividades no Ártico, de acordo com a lei, devem ser plenamente respeitados”. Segundo ela, a atuação da China na região tem como objetivo promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável, em conformidade com o direito internacional.
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