O marido de Lucinete Freitas, brasileira assassinada em Portugal no início de dezembro, afirmou que a mulher pretendia prestar depoimento em um processo de disputa pela guarda do filho do casal para quem trabalhava. Segundo ele, Lucinete iria testemunhar a favor do patrão e contra a patroa, hoje apontada como principal suspeita do crime.
Em entrevista ao g1, José Teodoro Júnior contou que o relacionamento dos empregadores era marcado por conflitos frequentes, presenciados pela babysitter. De acordo com o relato, Lucinete costumava se posicionar ao lado do patrão durante as discussões, por considerá-lo uma pessoa íntegra e correta, o que, na avaliação do marido, pode ter motivado o assassinato.
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