O beijo costuma ser associado ao afeto, à intimidade e às relações amorosas, mas seus efeitos vão além do campo emocional. Do ponto de vista da psicologia e da neurociência, o gesto envolve reações químicas no cérebro, ativa áreas ligadas ao prazer e pode influenciar diretamente o humor, o estresse e a forma como as pessoas se conectam. Segundo a psicóloga Ligia Kaori Matsumoto, do Hospital Dia M’Boi Mirim I, gerenciado pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, o beijo também pode ser entendido como um comportamento com impacto no bem-estar e na saúde mental.
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