Dezembro carrega um compasso acelerado de festas, confraternizações, metas e promessas de renovação. Mas para muitas pessoas, o que deveria ser um período de alegria se converte em tormento emocional, a chamada “dezembrite”, termo que já circula no Brasil para descrever os efeitos da “depressão de fim de ano”. A exigência social de felicidade e bem-estar pode transformar o fechamento de um ciclo em um gatilho de tristeza, ansiedade e solidão.
A psicóloga e psicanalista Camila Grasseli, professora do Centro Universitário UniBH – integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima – explica que quem não se encaixa nesse padrão de festividades ensolaradas acaba sofrendo. Ela destaca, inclusive, que não se trata apenas de melancolia passageira. “Os últimos dias de dezembro carregam essa ideia de fazer um balanço de todo o ano. Nessas horas as ausências, projetos não concluídos, perda de entes queridos e frustrações ficam mais evidentes”.
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