BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, disse que a proposta apoiada que será a que tiver andamento mais rápido no Congresso e que querem aprovar a mudança da jornada ainda no primeiro semestre de 2026. Diversas propostas tramitam nas duas Casas Legislativas, e mais de uma têm apoio declarado no governo.
Até o momento, integrantes da gestão já vinham afirmando que o governo apoiaria qualquer proposta que cumprisse três pré-requisitos considerados básicos para a gestão petista: jornada semanal de no máximo 40 horas (hoje são 44 horas), fim da escala a 6×1 e sem redução de salário.
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