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Home Anglica

Tráfico deixa de vender só drogas, amplia negócios e firma sua marca de violência

REDAÇÃO by REDAÇÃO
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BRUNA FANTTI
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – “É claro que vamos lucrar. Quem faz uma guerra para não lucrar?”. A pergunta retórica feita por um dos líderes do Comando Vermelho à reportagem, em agosto, traduz a lógica que sustenta a disputa entre facções no Rio de Janeiro. O diálogo ocorreu por intermédio de advogados logo depois de a facção tentar, mais uma vez, invadir um bairro da zona oeste controlado por um grupo rival.

Nessa região, condomínios próximos a favelas são obrigados a pagar cerca de R$ 2.000 por mês como taxa de segurança, de acordo com moradores. Quem se recusa a contribuir passa a ser alvo de assaltos e represálias.

O negócio lucrativo que vai além da droga foi construído nos últimos 40 anos sob um ambiente de medo dos moradores das comunidades, que vivem em meio a tiros: ora da guerra entre quadrilhas, ora das operações policiais. A batalha mais recente -e a mais letal da história- se deu no dia 28 de outubro, com um saldo de 121 mortos. A ação foi comemorada pela gestão Cláudio Castro (PL).

A Polícia Civil argumenta que, “desde o advento da ADPF 635 [a ADPF das Favelas], as facções criminosas fortaleceram sua atuação na exploração territorial. Estima-se que o comércio ilegal de entorpecentes corresponda a cerca de 15% do faturamento dessas organizações”.

Segundo especialistas, não há evidências concretas que sustentem a relação entre a ADPF no RJ e o avanço do domínio territorial de facções.

Na cidade do Rio, em 2023 e 2024, a guerra por território deixou um rastro de, ao menos, 684 mortes nas favelas do Rio, incluindo crianças. Traficantes do Comando Vermelho argumentam que atacam áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro para libertar os moradores dos desmandos do grupo rival. Na prática, ambas facções usam de violência e medo para construir verdadeiras corporações que lucram com tudo o que acontece dentro da comunidade. A guerra por território é, sobretudo, financeira.

Segundo o promotor Fábio Correa, coordenador do grupo que apura crime organizado no Rio, não há mais diferença entre miliciano e traficante na exploração do território. “Tráfico e milícia hoje realizam as mesmas atividades, oprimem as comunidades das mesmas formas. Há uma mudança, principalmente, não só com relação aos integrantes do grupo armado da milícia, que não mais são egressos das forças de segurança, policiais, bombeiros, enfim, e sim civis armados”, afirmou.

De acordo com Correa, práticas milicianas como extorsão a comerciantes e o monopólio da venda de gás, de água, de internet e no transporte alternativo são hoje também adotadas por facções de tráfico como uma forma de aumentar o seu lucro e, assim, investir nas disputas por mais território. Cálculo da própria polícia aponta que só 15% do ganho financeiro desses bandos é com venda de droga.

Ainda de acordo com o promotor, o tráfico tem um diferencial de articulação no sistema prisional maior do que as milícias, inclusive, em redes interestaduais.

Em alguns locais, as cobranças chegam a imitar impostos municipais, como o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). “Tinha uma casa na Merendiba [favela do complexo da Penha]. Quando fiz uma laje para vender churrasco, tinha que pagar R$ 350 por mês. Não deu mais, vendi a casa, e quiseram 20% do valor da venda quando me mudei”, afirmou uma moradora -por segurança, a reportagem optou por não identificá-la.

Quem aluga imóvel também tem que entregar ao tráfico uma parte do que recebe do inquilino.

O inquérito que embasou a operação Contenção tem pelo menos dois diálogos de um denunciado, identificado pelo apelido de Taca Bala. Em um deles, ele aparece cobrando 10% do lucro de uma farmácia no complexo da Penha, na zona norte. Para outro comerciante, diz que irá passar para pegar a taxa de segurança.

Na Rocinha, na zona sul do Rio, mototaxistas pagam cerca de R$ 150 mensais aos traficantes para poder circular sem concorrência. O preço das corridas é tabelado, partindo de R$ 15, enquanto condutores de fora são proibidos de atuar. O controle se estende também ao fornecimento de gás: o botijão de 13 kg, que custa cerca de R$ 92 na cidade, pode chegar a R$ 180 dentro da comunidade. É proibido comprar gás de outros fornecedores.

Em Madureira, na zona norte, um síndico teve que convocar uma assembleia para discutir o pagamento de R$ 1.800 mensais a traficantes da comunidade São João. O caso é apurado em inquérito da Polícia Civil, assim como outro, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde criminosos que dominam o bairro Jardim Pantanal chegaram a cortar o abastecimento de água de cerca de 2.000 pessoas. Em troca, exigiram o pagamento de R$ 200 por apartamento para religar o serviço.

Os mesmos grupos ampliaram suas atividades para o roubo e a clonagem de carros, cujas revendas financiam novas ofensivas. “Somente em um final de semana, no Rio, já tivemos 800 carros roubados”, disse André Neves, diretor-geral das delegacias especializadas.

O carro utilizado para retirar 63 corpos da Vacaria, na Penha, por exemplo, tinha a placa clonada de um veículo de São Paulo. Um dos condutores afirmou que o veículo era usado por Doca e, por isso, passava nos diferentes bloqueios do tráfico.

Em mais de um bairro, motoristas de aplicativo afirmam que, para circular, devem pagar taxas e usar adesivos que identificam o pagamento. “Eu uso gás e faço cerca de R$ 200 por dia. Aí tenho que pagar R$ 150 ou R$ 85 de taxa dependendo da região. O que é que eu vou levar pra casa?”, disse uma das vítimas.

Na Ilha do Governador, na zona norte, onde vivem mais de 200 mil pessoas, o tráfico aproveita a deficiência do transporte público para coagir quem oferece serviço alternativo. As vans do bairro foram as primeiras a serem exploradas pelos traficantes, que aprenderam a modalidade, segundo a polícia, por volta de 2010 com um ex-PM integrante da milícia Escritório do Crime, a mesmo que Adriano da Nóbrega integrava.

Até hoje as vans, segundo investigação, são um dos braços do tráfico na região. Já os motoristas de carros de aplicativo conseguiram se livrar, por ora, das taxas. No entanto, o tráfico teria desenvolvido um aplicativo próprio, utilizado para circular no morro do Dendê, a maior comunidade do bairro.

Em 2024, um mototaxista desapareceu após desobedecer a ordens da facção para não entrar na comunidade, já que não fazia parte do grupo local. Segundo relatos, o corpo teria sido jogado na baía de Guanabara.

TAXA DO LIXO E TAXA DA LUZ
Agentes do Instituto Estadual do Ambiente e da Polícia Civil realizaram uma operação no bairro do Caju, na zona portuária do Rio, contra suspeitos de cobrar taxas para o descarte irregular de lixo. A facção cobraria valores menores que os dos centros de tratamento licenciados pela prefeitura, lucrando com o despejo ilegal de resíduos na baía de Guanabara.

A Light, concessionária de energia do Rio, disse que de janeiro a outubro de 2025 registrou 53 transformadores atingidos por projéteis em sua área de concessão. “Em determinadas regiões, não é possível executar ações de cobrança, realizar cortes por inadimplência ou promover a regularização de ligações irregulares, o que limita a atuação da concessionária no âmbito comercial”.

No mesmo sentido a Conexis, que reúne as empresas de telecomunicações e de conectividade, afirmou que “essas restrições vêm ganhando espaço e ocorrendo em diferentes localidades, impactando no fornecimento e na qualidade do serviço prestado, além de colocar sob ameaça a integridade das equipes das operadoras”.

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – “É claro que vamos lucrar. Quem faz uma guerra para não lucrar?”. A pergunta retórica feita por um dos líderes do Comando Vermelho à reportagem, em agosto, traduz a lógica que sustenta a disputa entre facções no Rio de Janeiro. O diálogo ocorreu por intermédio de advogados logo depois de a facção tentar, mais uma vez, invadir um bairro da zona oeste controlado por um grupo rival.

Nessa região, condomínios próximos a favelas são obrigados a pagar cerca de R$ 2.000 por mês como taxa de segurança, de acordo com moradores. Quem se recusa a contribuir passa a ser alvo de assaltos e represálias.

O negócio lucrativo que vai além da droga foi construído nos últimos 40 anos sob um ambiente de medo dos moradores das comunidades, que vivem em meio a tiros: ora da guerra entre quadrilhas, ora das operações policiais. A batalha mais recente -e a mais letal da história- se deu no dia 28 de outubro, com um saldo de 121 mortos. A ação foi comemorada pela gestão Cláudio Castro (PL).

A Polícia Civil argumenta que, “desde o advento da ADPF 635 [a ADPF das Favelas], as facções criminosas fortaleceram sua atuação na exploração territorial. Estima-se que o comércio ilegal de entorpecentes corresponda a cerca de 15% do faturamento dessas organizações”.

Segundo especialistas, não há evidências concretas que sustentem a relação entre a ADPF no RJ e o avanço do domínio territorial de facções.

Na cidade do Rio, em 2023 e 2024, a guerra por território deixou um rastro de, ao menos, 684 mortes nas favelas do Rio, incluindo crianças. Traficantes do Comando Vermelho argumentam que atacam áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro para libertar os moradores dos desmandos do grupo rival. Na prática, ambas facções usam de violência e medo para construir verdadeiras corporações que lucram com tudo o que acontece dentro da comunidade. A guerra por território é, sobretudo, financeira.

Segundo o promotor Fábio Correa, coordenador do grupo que apura crime organizado no Rio, não há mais diferença entre miliciano e traficante na exploração do território. “Tráfico e milícia hoje realizam as mesmas atividades, oprimem as comunidades das mesmas formas. Há uma mudança, principalmente, não só com relação aos integrantes do grupo armado da milícia, que não mais são egressos das forças de segurança, policiais, bombeiros, enfim, e sim civis armados”, afirmou.

De acordo com Correa, práticas milicianas como extorsão a comerciantes e o monopólio da venda de gás, de água, de internet e no transporte alternativo são hoje também adotadas por facções de tráfico como uma forma de aumentar o seu lucro e, assim, investir nas disputas por mais território. Cálculo da própria polícia aponta que só 15% do ganho financeiro desses bandos é com venda de droga.

Ainda de acordo com o promotor, o tráfico tem um diferencial de articulação no sistema prisional maior do que as milícias, inclusive, em redes interestaduais.

Em alguns locais, as cobranças chegam a imitar impostos municipais, como o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). “Tinha uma casa na Merendiba [favela do complexo da Penha]. Quando fiz uma laje para vender churrasco, tinha que pagar R$ 350 por mês. Não deu mais, vendi a casa, e quiseram 20% do valor da venda quando me mudei”, afirmou uma moradora -por segurança, a reportagem optou por não identificá-la.

Quem aluga imóvel também tem que entregar ao tráfico uma parte do que recebe do inquilino.

O inquérito que embasou a operação Contenção tem pelo menos dois diálogos de um denunciado, identificado pelo apelido de Taca Bala. Em um deles, ele aparece cobrando 10% do lucro de uma farmácia no complexo da Penha, na zona norte. Para outro comerciante, diz que irá passar para pegar a taxa de segurança.

Na Rocinha, na zona sul do Rio, mototaxistas pagam cerca de R$ 150 mensais aos traficantes para poder circular sem concorrência. O preço das corridas é tabelado, partindo de R$ 15, enquanto condutores de fora são proibidos de atuar. O controle se estende também ao fornecimento de gás: o botijão de 13 kg, que custa cerca de R$ 92 na cidade, pode chegar a R$ 180 dentro da comunidade. É proibido comprar gás de outros fornecedores.

Em Madureira, na zona norte, um síndico teve que convocar uma assembleia para discutir o pagamento de R$ 1.800 mensais a traficantes da comunidade São João. O caso é apurado em inquérito da Polícia Civil, assim como outro, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde criminosos que dominam o bairro Jardim Pantanal chegaram a cortar o abastecimento de água de cerca de 2.000 pessoas. Em troca, exigiram o pagamento de R$ 200 por apartamento para religar o serviço.

Os mesmos grupos ampliaram suas atividades para o roubo e a clonagem de carros, cujas revendas financiam novas ofensivas. “Somente em um final de semana, no Rio, já tivemos 800 carros roubados”, disse André Neves, diretor-geral das delegacias especializadas.

O carro utilizado para retirar 63 corpos da Vacaria, na Penha, por exemplo, tinha a placa clonada de um veículo de São Paulo. Um dos condutores afirmou que o veículo era usado por Doca e, por isso, passava nos diferentes bloqueios do tráfico.

Em mais de um bairro, motoristas de aplicativo afirmam que, para circular, devem pagar taxas e usar adesivos que identificam o pagamento. “Eu uso gás e faço cerca de R$ 200 por dia. Aí tenho que pagar R$ 150 ou R$ 85 de taxa dependendo da região. O que é que eu vou levar pra casa?”, disse uma das vítimas.

Na Ilha do Governador, na zona norte, onde vivem mais de 200 mil pessoas, o tráfico aproveita a deficiência do transporte público para coagir quem oferece serviço alternativo. As vans do bairro foram as primeiras a serem exploradas pelos traficantes, que aprenderam a modalidade, segundo a polícia, por volta de 2010 com um ex-PM integrante da milícia Escritório do Crime, a mesmo que Adriano da Nóbrega integrava.

Até hoje as vans, segundo investigação, são um dos braços do tráfico na região. Já os motoristas de carros de aplicativo conseguiram se livrar, por ora, das taxas. No entanto, o tráfico teria desenvolvido um aplicativo próprio, utilizado para circular no morro do Dendê, a maior comunidade do bairro.

Em 2024, um mototaxista desapareceu após desobedecer a ordens da facção para não entrar na comunidade, já que não fazia parte do grupo local. Segundo relatos, o corpo teria sido jogado na baía de Guanabara.

TAXA DO LIXO E TAXA DA LUZ
Agentes do Instituto Estadual do Ambiente e da Polícia Civil realizaram uma operação no bairro do Caju, na zona portuária do Rio, contra suspeitos de cobrar taxas para o descarte irregular de lixo. A facção cobraria valores menores que os dos centros de tratamento licenciados pela prefeitura, lucrando com o despejo ilegal de resíduos na baía de Guanabara.

A Light, concessionária de energia do Rio, disse que de janeiro a outubro de 2025 registrou 53 transformadores atingidos por projéteis em sua área de concessão. “Em determinadas regiões, não é possível executar ações de cobrança, realizar cortes por inadimplência ou promover a regularização de ligações irregulares, o que limita a atuação da concessionária no âmbito comercial”.

No mesmo sentido a Conexis, que reúne as empresas de telecomunicações e de conectividade, afirmou que “essas restrições vêm ganhando espaço e ocorrendo em diferentes localidades, impactando no fornecimento e na qualidade do serviço prestado, além de colocar sob ameaça a integridade das equipes das operadoras”.

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Nessa região, condomínios próximos a favelas são obrigados a pagar cerca de R$ 2.000 por mês como taxa de segurança, de acordo com moradores. Quem se recusa a contribuir passa a ser alvo de assaltos e represálias.

O negócio lucrativo que vai além da droga foi construído nos últimos 40 anos sob um ambiente de medo dos moradores das comunidades, que vivem em meio a tiros: ora da guerra entre quadrilhas, ora das operações policiais. A batalha mais recente -e a mais letal da história- se deu no dia 28 de outubro, com um saldo de 121 mortos. A ação foi comemorada pela gestão Cláudio Castro (PL).

A Polícia Civil argumenta que, “desde o advento da ADPF 635 [a ADPF das Favelas], as facções criminosas fortaleceram sua atuação na exploração territorial. Estima-se que o comércio ilegal de entorpecentes corresponda a cerca de 15% do faturamento dessas organizações”.

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Segundo o promotor Fábio Correa, coordenador do grupo que apura crime organizado no Rio, não há mais diferença entre miliciano e traficante na exploração do território. “Tráfico e milícia hoje realizam as mesmas atividades, oprimem as comunidades das mesmas formas. Há uma mudança, principalmente, não só com relação aos integrantes do grupo armado da milícia, que não mais são egressos das forças de segurança, policiais, bombeiros, enfim, e sim civis armados”, afirmou.

De acordo com Correa, práticas milicianas como extorsão a comerciantes e o monopólio da venda de gás, de água, de internet e no transporte alternativo são hoje também adotadas por facções de tráfico como uma forma de aumentar o seu lucro e, assim, investir nas disputas por mais território. Cálculo da própria polícia aponta que só 15% do ganho financeiro desses bandos é com venda de droga.

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Até hoje as vans, segundo investigação, são um dos braços do tráfico na região. Já os motoristas de carros de aplicativo conseguiram se livrar, por ora, das taxas. No entanto, o tráfico teria desenvolvido um aplicativo próprio, utilizado para circular no morro do Dendê, a maior comunidade do bairro.

Em 2024, um mototaxista desapareceu após desobedecer a ordens da facção para não entrar na comunidade, já que não fazia parte do grupo local. Segundo relatos, o corpo teria sido jogado na baía de Guanabara.

TAXA DO LIXO E TAXA DA LUZ
Agentes do Instituto Estadual do Ambiente e da Polícia Civil realizaram uma operação no bairro do Caju, na zona portuária do Rio, contra suspeitos de cobrar taxas para o descarte irregular de lixo. A facção cobraria valores menores que os dos centros de tratamento licenciados pela prefeitura, lucrando com o despejo ilegal de resíduos na baía de Guanabara.

A Light, concessionária de energia do Rio, disse que de janeiro a outubro de 2025 registrou 53 transformadores atingidos por projéteis em sua área de concessão. “Em determinadas regiões, não é possível executar ações de cobrança, realizar cortes por inadimplência ou promover a regularização de ligações irregulares, o que limita a atuação da concessionária no âmbito comercial”.

No mesmo sentido a Conexis, que reúne as empresas de telecomunicações e de conectividade, afirmou que “essas restrições vêm ganhando espaço e ocorrendo em diferentes localidades, impactando no fornecimento e na qualidade do serviço prestado, além de colocar sob ameaça a integridade das equipes das operadoras”.

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A Polícia Civil argumenta que, “desde o advento da ADPF 635 [a ADPF das Favelas], as facções criminosas fortaleceram sua atuação na exploração territorial. Estima-se que o comércio ilegal de entorpecentes corresponda a cerca de 15% do faturamento dessas organizações”.

Segundo especialistas, não há evidências concretas que sustentem a relação entre a ADPF no RJ e o avanço do domínio territorial de facções.

Na cidade do Rio, em 2023 e 2024, a guerra por território deixou um rastro de, ao menos, 684 mortes nas favelas do Rio, incluindo crianças. Traficantes do Comando Vermelho argumentam que atacam áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro para libertar os moradores dos desmandos do grupo rival. Na prática, ambas facções usam de violência e medo para construir verdadeiras corporações que lucram com tudo o que acontece dentro da comunidade. A guerra por território é, sobretudo, financeira.

Segundo o promotor Fábio Correa, coordenador do grupo que apura crime organizado no Rio, não há mais diferença entre miliciano e traficante na exploração do território. “Tráfico e milícia hoje realizam as mesmas atividades, oprimem as comunidades das mesmas formas. Há uma mudança, principalmente, não só com relação aos integrantes do grupo armado da milícia, que não mais são egressos das forças de segurança, policiais, bombeiros, enfim, e sim civis armados”, afirmou.

De acordo com Correa, práticas milicianas como extorsão a comerciantes e o monopólio da venda de gás, de água, de internet e no transporte alternativo são hoje também adotadas por facções de tráfico como uma forma de aumentar o seu lucro e, assim, investir nas disputas por mais território. Cálculo da própria polícia aponta que só 15% do ganho financeiro desses bandos é com venda de droga.

Ainda de acordo com o promotor, o tráfico tem um diferencial de articulação no sistema prisional maior do que as milícias, inclusive, em redes interestaduais.

Em alguns locais, as cobranças chegam a imitar impostos municipais, como o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). “Tinha uma casa na Merendiba [favela do complexo da Penha]. Quando fiz uma laje para vender churrasco, tinha que pagar R$ 350 por mês. Não deu mais, vendi a casa, e quiseram 20% do valor da venda quando me mudei”, afirmou uma moradora -por segurança, a reportagem optou por não identificá-la.

Quem aluga imóvel também tem que entregar ao tráfico uma parte do que recebe do inquilino.

O inquérito que embasou a operação Contenção tem pelo menos dois diálogos de um denunciado, identificado pelo apelido de Taca Bala. Em um deles, ele aparece cobrando 10% do lucro de uma farmácia no complexo da Penha, na zona norte. Para outro comerciante, diz que irá passar para pegar a taxa de segurança.

Na Rocinha, na zona sul do Rio, mototaxistas pagam cerca de R$ 150 mensais aos traficantes para poder circular sem concorrência. O preço das corridas é tabelado, partindo de R$ 15, enquanto condutores de fora são proibidos de atuar. O controle se estende também ao fornecimento de gás: o botijão de 13 kg, que custa cerca de R$ 92 na cidade, pode chegar a R$ 180 dentro da comunidade. É proibido comprar gás de outros fornecedores.

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Em mais de um bairro, motoristas de aplicativo afirmam que, para circular, devem pagar taxas e usar adesivos que identificam o pagamento. “Eu uso gás e faço cerca de R$ 200 por dia. Aí tenho que pagar R$ 150 ou R$ 85 de taxa dependendo da região. O que é que eu vou levar pra casa?”, disse uma das vítimas.

Na Ilha do Governador, na zona norte, onde vivem mais de 200 mil pessoas, o tráfico aproveita a deficiência do transporte público para coagir quem oferece serviço alternativo. As vans do bairro foram as primeiras a serem exploradas pelos traficantes, que aprenderam a modalidade, segundo a polícia, por volta de 2010 com um ex-PM integrante da milícia Escritório do Crime, a mesmo que Adriano da Nóbrega integrava.

Até hoje as vans, segundo investigação, são um dos braços do tráfico na região. Já os motoristas de carros de aplicativo conseguiram se livrar, por ora, das taxas. No entanto, o tráfico teria desenvolvido um aplicativo próprio, utilizado para circular no morro do Dendê, a maior comunidade do bairro.

Em 2024, um mototaxista desapareceu após desobedecer a ordens da facção para não entrar na comunidade, já que não fazia parte do grupo local. Segundo relatos, o corpo teria sido jogado na baía de Guanabara.

TAXA DO LIXO E TAXA DA LUZ
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