Mulher Maravilha: protagonismo feminino ou reforço da imagem hipersexualizada?

A atriz israelense Gal Gadot no papel principal do longa (Foto: Divulgação)A atriz israelense Gal Gadot no papel principal do longa (Foto: Divulgação)

No filme Mulher Maravilha, que será lançado este mês nos Estados Unidos, Diana – interpretada pela israelense Gal Gadot – vê um homem pela primeira vez quando um piloto do Exército, Steve (Chris Pine), cai de avião na ilha onde mora. A garota vive em uma sociedade exclusivamente feminina e não sabe que, do outro lado do mundo, a Primeira Guerra Mundial arrasa a Europa. Ao descobrir seus superpoderes, assume o papel de heroína.


Há 76 anos, no auge da Segunda Guerra Mundial, em 1941, o desenhista William Moulton Marston apresentava a personagem ao universo HQ. Até então, não havia protagonista mulher nos quadrinhos, um universo historicamente machista. “A Mulher Maravilha foi inspirada pelas ideias que deram origem ao movimento feminista, como equidade de gênero e direitos políticos”, afirma Jill Lepore, historiadora de Harvard. Forte e independente, a figura era a favor da paz, lutava pelos proletários em greve e contra maridos dominadores. Em uma cena famosa dos quadrinhos, um namorado pergunta: “Anjo, quando é que vamos nos casar?”. Ela responde: “Apenas quando o mal e a injustiça desaparecerem da Terra”.

Desenho da heroína em especial da dc comics lançado este ano (Foto: Divulgação)Desenho da heroína em especial da dc comics lançado este ano (Foto: Divulgação)A capa oficial da personagem em exposição de 2015, em Hollywood (Foto: Getty Images)A capa oficial da personagem em exposição de 2015, em Hollywood (Foto: Getty Images)A personagem em dois momentos: à esq., em 1974, com Cathy Lee Crosby para um filme na TV ABC. À dir., Adrianne Palicki para uma série no Canal Warner, Em 2011 (Foto: Grupo Keystone)A personagem em dois momentos: à esq., em 1974, com Cathy Lee Crosby para um filme na TV ABC. À dir., Adrianne Palicki para uma série no Canal Warner, Em 2011 (Foto: Grupo Keystone)

Girl Power 
Autor de Wonder Woman Unbound: The Curious History of the World’s Most Famous Heroine, um dos livros mais populares sobre a Mulher Maravilha, o escritor Tim Hanley conta que a personagem inspirou várias gerações. A mais famosa talvez seja a feminista americana Gloria Steinem, que, em 1972, dedicou a capa inaugural da revista militante Ms. à heroína, sob o título: “Mulher Maravilha para presidente”. O editorial celebrava o ativismo da personagem. Mas, da mesma forma que teve o poder de ser exemplo para muitas mulheres, desagradou outras. Principalmente por sua representação física, com roupas justas, botas de couro de cano altíssimo, corpo curvilíneo e seios grandes. A imagem reflete muito mais um fetiche masculino do que a força e o poder de garotas de verdade. Sem contar o modelo intangível de mulher que representa, competente em todas as esferas sociais, inclusive na afetiva, onde sempre encontra um par romântico incrível. Os heróis Batman e Super­-Homem também já se apaixonaram por ela. “Esta é uma crítica recorrente às super-heroínas: sempre jovens, magras e convencionalmente belas”, diz Roberta Garrett, professora de estudos culturais e gênero da University of East London. Um exemplo emblemático é a polêmica que aconteceu ano passado com a ONU. A personagem foi “nomeada” Embaixadora Honorária para o Empoderamento das Mulheres da Organização. Dois meses depois, uma petição assinada por mais de 45 mil pessoas, que alegavam que a escolha reforçava a objetificação da imagem feminina, fez com que fosse destituída do cargo.


Lynda Carter, a atriz que interpretou a personagem na série As Novas Aventuras da Mulher Maravilha, sucesso no fim dos anos 70, foi indiretamente responsável por aumentar a discussão entre feministas e entusiastas da heroína. Nunca entraram em consenso, mas começou aí uma nova obsessão em relação a ela: sua influência na moda e na beleza.


Outras heroínas na tv

Supergil (Foto: Getty Images)Supergil (Foto: Getty Images)

Supergil
Em série exibida pela Warner Channel, Kara Zorel (Melissa Benoist), prima do Super-Homem, assume seus poderes para combater os criminosos.

Jessica Jones (Foto: Getty Images)Jessica Jones (Foto: Getty Images)

Jessica Jones
Krysten Ritter vive uma heroína que abre a própria agência de detetives depois de se aposentar de seus superpoderes. Disponível na Netflix.

A atriz Lynda Carter na série As Novas Aventuras da Mulher Maravilha, sucesso no fim dos anos 70 (Foto: Reprodução)A atriz Lynda Carter na série As Novas Aventuras da Mulher Maravilha, sucesso no fim dos anos 70 (Foto: Reprodução)

Ícone fashion
Muitos designers inspiraram-se em seu visual para criar itens e até coleções inteiras. Jean Paul Gaultier relança este mês um de seus perfumes mais clássicos, que leva o próprio nome, com a roupagem da Mulher Maravilha. Ano passado, a Valentino dedicou uma coleção-cápsula à heroína. Em 2011, a gigante de maquiagem M.A.C criou produtos inspirados na personagem. Apesar do apelo comercial, levou quase 80 anos até a Wonder Woman ser protagonista em Hollywood. “O problema é o machismo da indústria”, diz Tim Hanley. “Há uma crença ultrapassada de que personagens femininas não vendem. Esse longa e outros lançamentos, como Captain Marvel em 2019 (filme com uma heroína no papel principal), mostram que o mercado está mudando. Ainda bem”, finaliza. A responsabilidade de dar vida a um ícone desafiou Gal Gadot. “Me sentia como uma menina olhando para o Monte Everest tentando descobrir a melhor maneira de alcançar o topo.” Sentimento que a diretora, Patty Jenkins, também compartilha: “Há uma grande pressão e responsabilidade em fazer este filme. Espero que inspire as pessoas a serem suas heroínas e que elas se divirtam”.


O filme, aliás, é protagonizado, dirigido e produzido por mulheres. Patty Jenkins é a primeira da história a comandar uma produção de super-heróis e a segunda a dirigir um longa com orçamento de mais de US$ 100 milhões. Mulher Maravilha é um exemplo da força feminina que seu criador, William Marston, sempre defendeu. “Ela é a propaganda para o novo tipo de mulher que, acredito, deve dominar o mundo”, disse. E governá-lo foi justamente o que fez: a heroína foi eleita presidente dos Estados Unidos em uma edição dos quadrinhos de 1943 – porém apenas no ano de 3004. Esperamos que, pelo menos nas telas, o final da história seja bem diferente.

O primeiro desenho, em 1941 (Foto: Divulgação)O primeiro desenho, em 1941 (Foto: Divulgação)A estreia na DC Comics, três anos depois (Foto: Divulgação)A estreia na DC Comics, três anos depois (Foto: Divulgação)Objeto Maravilha (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação) 

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Travesti na novela das 9, Silvero Pereira se sente bem como homem ou mulher

Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)Silvero Pereira fala sobre Nonato de A Força do Querer e as questões LGBT (Foto: Globo/Maurício Fidalgo)

Silvero Pereira se define como uma pessoa que não gosta de se “encaixotar”. Livre de preconceitos e firme em suas opiniões, ele não deixa que ninguém o coloque para baixo. “Ser chamado de ‘viado’ e ‘traveco’ para mim é motivo de orgulho”, diz ele em entrevsita. Cearense de Mombaça, uma cidade de 50 mil habitantes, o ator de 35 anos – filho de operário e mãe lavadeira – é casado há nove com um dramaturgo, mas teve várias namoradas na adolescência.  


Foi pensando em defender atores transexuais e travestis que Pereira montou a companhia teatral AsTravestidas. Defensor dos direitos da comunidade LGBT, ele acredita que é preciso lutar por leis que defendam a todos: “Se não, vamos acabar revelando que o Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.”


Como tem sido a repercussão de seu personagem na novela?
SILVERO PEREIRA Faço teatro há 18 anos. Construí uma trajetória artística e política muito importante. Há 15 anos, me dedico às questões LGBT, de travestis, transexuais e transformistas, e  ganhei notoriedade, mas, claro, tudo isso está muito longe do que uma novela das 9 consegue proporcionar. Não consigo mensurar o tamanho disso tudo. Estou em cartaz em São Paulo com a peça “Brtrans“, e, outro dia, andando pela Avenida Paulista, pela primeira vez as pessoas me abordam para falar sobre o Nonato, meu personagem na novela. Nas redes sociais, tenho um Instagram bem ativo e, às vezes, entro ao vivo. Quando isso acontece, sempre aparece uma pessoa que decide me agredir. Reajo politicamente.


O que chama de reagir politicamente?
PEREIRA – Quando tentam me chamar de “viadão”, “traveco”, palavras que podem ser consideradas depreciativas e insultos, eu rebato dizendo que, para mim, elas são motivo de orgulho, adjetivos bem positivos. Esse tipo de atitude faz com que eu acabe levantando essa bandeira para outras pessoas que, no dia a dia, são agredidas e até espancadas. Costumo dizer: “Respondam [às agressões] e se sintam orgulhosas pelo que são”. É muito fácil julgar uma travesti que está na esquina se prostituindo. Mas qual a história dela? Precisamos nos aprofundar nessas questões, sair da superficialidade para entender o que ela sofreu desde criança. Ela está na rua tentando sobreviver.

Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)Leandra Leal e Silvero Pereira na Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (18) (Foto: Reprodução Instagram)

Quando decidiu ser ator?
PEREIRA – Minha irmã Cristiana e eu costumávamos brincar de show de calouros. Desde pequeno, gostava de me fantasiar. Trancado no banheiro, me sentia seguro para me expor, pois, sozinho, podia brincar com minhas fantasias. Alguns amigos na infância, principalmente as meninas,  compreendiam minha inclinação para as artes e participavam das minhas invenções. Mas só fui saber o que era teatro quando me mudei para Fortaleza, aos 17 anos. Quando assisti a primeira peça de teatro, descobri o que queria fazer na vida.

Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)Silvero vive a travesti Elis Miranda em A Força do Querer (Foto: Fábio Rocha/TV Globo)

Quando você contou à sua família que era homossexual?
PEREIRA –
Esse sempre foi um assunto difícil de falar com minha família, mas, de maneira natural, eles compreenderam que não podiam exigir de mim questões heteronormativas. Não podiam exigir namoradas, casamento, filhos, algo que eles tentaram  durante minha adolescência. Depois que me reconheci de fato, não permiti que ninguém interferisse em minha construção. 


Você se relacionou com meninas?
PEREIRA – Durante toda a minha adolescência, todas as minha relações foram com meninas. Primeiro namorei meninas; depois, passei a me relacionar com garotos. Foi um processo natural. Não gosto de me encaixotar na obrigação de me definir homossexual, bissexual. Gosto muito mais da liberdade de ser, do que da obrigação de definir. Essa é uma frase que tenho usado sempre. Hoje, aos 35 anos, sou feliz com minha identidade. Não me privo dos meus desejos, sejam eles por homens ou por mulheres. Permito que esses desejos aconteçam e, se tiver que ser por homem ou por mulher, que seja bem bonito para mim.


Como os travestis eram tratados em sua cidade natal?
PEREIRA – uma história muito perturbadora da minha infância: Há uma travesti em minha cidade, que mora lá até hoje, chamada Barbosinha. Sempre me disseram que ela tinha uma doença e eu não deveria me aproximar. Era uma espécie de lenda urbana que dizia que a gente não podia ter contato com a Barbosinha. Quando saí da minha cidade, eu era transfóbico. Fui obrigado a não gostar de Barbosinha, a pensar que ela era quase um bicho.  Mas, apesar de eu não ter compreensão sobre sexualidade e identidade de gênero, sentia interesse por esses temas, mesmo sem saber ainda me encaixar. Foi no teatro que compreendi que as pessoas tinham me feito pensar tudo errado.


Você sofreu preconceito no início de sua carreira?
PEREIRA – Sim, por fazer trabalhos para travestis. A classe artística começou a dizer que eu não era era ator, que deveria virar transformista e seguir os passos de minhas colegas nas boates. Mas enfrentei tudo e hoje digo: “Vocês estavam errados”. Hoje, há travestis que trabalham como  funcionárias públicas, são casadas, respeitadas. Claro que ainda existem muitas que são marginalizadas, mas o cenário é bem diferente de quando eu era mais jovem.


Por que você montou a companhia de teatro As Travestidas?
PEREIRA – Estamos num movimento muito bonito rumo à representatividade nas artes cênicas e me considero alguém que, de fato, contribuiu para esse movimento. Há 15 anos, no Ceará, acompanhei muitas amigas artistas largarem o teatro para trabalhar apenas em boates. A construção do meu grupo foi uma luta política, de resistência, para que as meninas voltassem ao  teatro. No grupo, temos três transexuais graduadas em artes cênicas. Somos em 12 integrantes e tem de tudo: hétero, homo, bi,  fluido de gênero, travesti, transexual e transformista.


O que falta para o seu grupo se multiplicar?
PEREIRA – Políticas públicas em defesa das questões LGBT. A área artística está à frente de outros setores. É preciso que as pessoas reconheçam que o Brasil é o país onde se mata mais travesti e trans no mundo. Não há políticas em defesa dessa comunidade. O Brasil se finge democrático e libertário, mas é assassino e violento.


Na TV, você prefere se ver como Elis ou Nonato?
PEREIRA – Me sinto tão feliz de barba quanto de cabelo comprido e usando vestido. O masculino é uma coisa que me interessa, me excita e me deixa feliz. Mas o feminino é algo que me comove, mexe comigo. Me sinto feliz das duas formas. Até uns 30 anos, me sentia confuso sobre a masculinidade, a feminilidade, mas agora transito normalmente. O teatro foi minha terapia e me ajudou intensamente a resolver essas questões.


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Zac Efron elogia mulheres por usar salto alto após se vestir de mulher em filme

Zac Efron em cenas do novo filme "Baywatch" (Foto: Reprodução/Youtube)Zac Efron em cenas do novo filme “Baywatch” (Foto: Reprodução/Youtube)

Parece uma missão fácil para nós andar com salto alto, mas eles ficam realmente impressionados quando sobem em um. Zac Efron até escreveu uma mensagem em seu Twitter elogiando a habilidade das meninas logo depois que foi lançado o trailer de seu novo filme, “Baywatch”.


“Muito respeito a todas as mulheres que andam de salto alto. Uma das minhas acrobacias mais difíceis em ‘Baywatch'”, disse que ele comparando a missão com suas cenas de ação no novo longa.


Além disso, Zac não teve medo de abraçar seu lado feminino e de vestiu de mulher com direito a maquiagem, acessórios e chapéu elegante para se infiltrar em um local proibido na sequência. Claro que em “Baywatch”, sendo um filme de praia, não faltarão cenas em que nosso ex-muso de “High School Musical” exibe seu tanquinho trabalhadérrimo.


O filme, que é uma adaptação da série “SOS Malibu”, estreia dia 19 de maio nos cinemas americanos, enquanto que no Brasil só deve chegar em junho.

Zac Efron elogia mulheres que usam salto alto (Foto: Reprodução/Youtube)Zac Efron elogia mulheres que usam salto alto (Foto: Reprodução/Youtube)Zac Efron em cenas do novo filme "Baywatch" (Foto: Reprodução/Youtube)Zac Efron em cenas do novo filme “Baywatch” (Foto: Reprodução/Youtube)Zac Efron usando salto no filme "Baywatch" (Foto: Reprodução/Youtube)Zac Efron usando salto no filme “Baywatch” (Foto: Reprodução/Youtube)

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Versace mostra o poder da mulher da sua marca em Milão

Versace (Foto: Antonio Barros)Versace, Milão, Inverno 2018 (Foto: Antonio Barros)

Desde que decidiu levar o sexy e o extravagante da Versace para o século 21, incorporando referências do streetwear ao combo de alta octanagem que tornou a grife desejada nos anos 1990, Donatella Versace é a responsável por um dos shows mais energéticos da temporada milanesa.


O desfile da coleção de inverno 2018 da Versace foi repleto de tops que pisam firme na passarela e carregam, com todo o woman power possível, a alfaiataria precisa – que ganha aplicação de tons fluo para se modernizar – e os vestidos-coluna decotados e recortados que passam a ser combinados a inesperados doudunes esportivos.


 


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Os 5 segredos indispensáveis de toda mulher estilosa

meninas-estilosasSaiba como as fashionistas encaram o seu estilo pessoal (Foto: Imaxtree)

 

Você com certeza admira alguma mulher pelo seu estilo e se perguntou: como ela consegue? Não parece fácil manter um visual impecável e em dia, mas para algumas mulheres parece o tipo de coisa que é totalmente natural.

Porém, ao contrário do que se imagina, essas mulheres colocam, sim, uma atenção especial na hora de se vestir, por isso elas conseguem manter sempre um look que se destaca dos demais. Se você tem o desejo de fazer como elas, saiba que é possível, basta seguir algumas regrinhas de estilo básicas.

Regra das 8 horas
Ao invés de sair correndo de manhã e pegar a primeira coisa que elas encontram no guarda-roupa, essas mulheres têm o costume de escolher os seus looks com antecedência. Isso significa que elas escolhem as roupas que usam antes, quanto têm tempo, na noite anterior ou fazendo um planejamento antes de uma viagem, para não acordar com pressa e escolherem um look sem cuidado.

 

Exigência com tendências
Apesar de estarem sempre ‘na moda’, as mulheres estilosas não necessariamente usam todas as tendências que são um destaque no momento. Ao invés disso, elas escolhem aquelas que mais combinam com o seu estilo pessoal e as adaptam ao seu gosto. Podem existir muitos looks e desfiles que elas amem, mas, no fim do dia, elas usam apenas o que funciona para elas no dia a dia, e isso, afinal, é o que realmente importa.

 

Regra do 80/20
Parece que ter um guarda-roupa cheio de roupas de marca é o sonho de toda mulher, mas isso não garante um estilo pessoal incrível. As fashionistas que admiramos, ao contrário, costumam seguir uma regra que divide o seu orçamento: 80% dos gastos com moda são reservados para peças clássicas de acordo com o seu estilo, de marcas de qualidade e estilistas que gostam; e 20% são usados para compras espontâneas de tendências do momento.

 

Guardar referências
Em tempos de Pinterest, ter uma pasta com referências de estilo pode ser uma saída incrível para você se inspirar e conseguir explorar mais o seu estilo pessoal, até encontrar o seu look perfeito. Fora que, agora, o Instagram também dá a opção de você marcar as suas fotos preferidas e montar a sua pastinha de inspiração ali mesmo no seu perfil, com looks da vida real.

 

Destacar uma peça
Por mais que tenha muito a ver com o visual estiloso saber combinar estampas e cores, é importante também entender quando uma única peça diferente pode dar um up completo no look. A técnica do spotlighting faz exatamente isso: ela coloca um holofote em uma única peça (seja uma bolsa ou uma blusa estampada ou colorida) em um look que é, no geral, mais simples e básico.

 

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Seleção feminina de futebol será comandada pela primeira vez por uma mulher

Emily Lima, nova treinadora da seleção feminina de futebol (Foto: Rafael Ribeiro/CBF/Divulgação)Emily Lima, nova treinadora da seleção feminina de futebol (Foto: Rafael Ribeiro/CBF/Divulgação)

Nesta terça-feira (1), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou a saída de Vadão do comando da seleção feminina de futebol, que estava desde 2014 no cargo. Seu sucessor será uma mulher: Emily Lima, a primeira a ocupar a posição e ex-treinadora do São José (SP).


O nome de Emily Lima, que tinha passagens pelas seleções de base, era o mais cotado para assumir o cargo. Em seu mais recente trabalho, ela levou o São José (SP) ao vice-campeonato da Copa do Brasil 2016, vencida pelo Audax/Corinthians.


Antes de se tornar treinadora, Emily jogou profissionalmente pelo Saad no início da carreira. Ela será apresentada no cargo em entrevista coletiva na próxima quinta-feira (3), às 11h (de Brasília).



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Perfume de mulher: drinques superfeminos para você fazer em casa

Da esquerda para a direita: Paula Damazio, Renata Araújo, Ludmila Soeiro, Isadora Bello Fornari e Clarisse Miranda (Foto: Divulgação)Da esquerda para a direita: Paula Damazio, Renata Araújo, Ludmila Soeiro, Isadora Bello Fornari e Clarisse Miranda (Foto: Divulgação)

O que a uma chef, uma sommelière, uma blogueira, uma cineasta e uma publicitária têm em comum? Muitas coisas. Mas, no caso de Ludmilla Soeiro, Isadora Fornari, Renata Araújo, Clarisse Miranda e Paula Damazio, há algo mais. Cada uma ganhou drinque com cachaça para chamar de seu. A ideia, executada pelo barman Rafael Lyra, é de Antonio Alcaraz, sócio do restaurante Entretapas, no Rio de Janeiro.


“Quis homenagear as duas coisas que mais rápido me fizeram entender o Brasil”, diz o espanhol. “A cachaça e as mulheres.” A novidade já está no cardápio da casa, que serve ótimas tapas criadas pelo craque Jan Santos. Veja as receitas abaixo e delicie-se!


LUDMILA
100 ml de cachaça
½ laranja
½ limão siciliano
1/3 tangerina
20 ml de xarope de açúcar
Água tônica quanto baste
Sal quanto baste  
Mexa a cachaça, a laranja em fatiadas, o limão e a tangerina e coa. Coloque em um shot de 50 ml com a borda salgada e o restante, em uma taça de vinho com gelo. Complete com água tônica e sirva


ISADORA
70 ml de cachaça
15 ml de vermute dry
15 ml de suco de caju
1 fatia de caju para decorar  
Mexa tudo na coqueteleira, coe duas vezes (ou em um coador de dupla coagem) e sirva em uma taça de martini gelada, com uma fatia de caju na borda  
Renata
70 ml de cachaça
30 ml de licor de cassis
20 ml de suco de limão
20 ml de suco de limão siciliano
Amora a gosto
1 fatia de carambola 
Bata tudo na coqueteleira, exceto a carambola. Enfeite com a carambola e sirva


PAULA
70 ml cachaça
20 ml de xarope de maça verde
30 ml de xarope de pimenta
15 ml de jerez fino
1 pedaço de canela em pau
1 pitada de páprica doce
1 pimenta dedo de moça sem semente
Bata tudo na coqueteleira, exceto a pimenta, e sirva em um copo de vinho. Enfeite a borda com a pimenta


CLARISSE
70 ml de cachaça
Morango a gosto
30 ml de xarope de framboesa
20 ml de xarope de pimenta
Espumante brut quanto baste
Açúcar para a borda
Pimenta rosa a gosto
Bata a cachaça, os xaropes e os morangos na coqueteleira. Coe duas vezes (caso não tenha um coador de dupla coagem), ponha em uma taça de conhaque com açúcar na borda e complete com espumante. Acrescente a pimenta e sirva
Entretapas
Rua Conde de Irajá, 115- Botafogo, Rio de Janeiro, tel. (021) 2537 0673; entretapas.com.br



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Mulher barbada mais jovem do mundo dá lição de autoestima e vira estrela do Instagram

A britânica Harnaam Kaur entrou para o Guinness como a mulher barbada mais jovem do mundo (Foto: Reprodução Instagram)A britânica Harnaam Kaur entrou para o Guinness como a mulher barbada mais jovem do mundo (Foto: Reprodução Instagram)

Em tempos de valorização da beleza real, a britânica Harnaam Kaur ganha as redes como referência absoluta. Aos 16 anos, uma síndrome de ovário policístico estimulou o crescimento de uma barba farta, que ela não esconde, prefere exibi-la com muito orgulho. Os pelos faciais fazem parte de seu estilo pessoal, tanto quanto seu turbante azul poderoso e delineado impecável.


Mas a autoaceitação não veio fácil. Kaur precisou enfrentar anos de ataques preconceituosos, durante a infância, até se transformar em uma poderosa ativista e referência de autoestima, assim como estrela do Instagram. Seu objetivo é combater os estereótipos de gênero e qualquer padrão de beleza socialmente estabelecido.


Agora, aos 25 anos, ela entrou para o Guinness Book como a mulher mais jovem a carregar uma barba cheia e encara com bom humor as reações de desconhecidos na rua. “Desde que minha história veio à tona, algumas pessoas chegam a me reconhecer, mas quando não, costumam fazer cara de espanto. Acho engraçado. Elas olham para os meus olhos… Então para a minha barba… E depois para os meus seios”, contou ao jornal The Guardian. Só não tolera abusos verbais ou fotos sem autorização.


Tal postura, no entanto, foi duramente conquistada. Na infância, possuía uma autoestima bastante frágil por ser uma menina gorda, negra e cuja puberdade se deu aos 10 anos de idade. “Fui chamada de ‘homem’, ‘leão’, ‘ogro’, ‘gorda’”, conta. Enquanto criança tímida, ela não conseguia enfrentar as agressões.

"Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’” (Foto: Reprodução Instagram)“Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’” (Foto: Reprodução Instagram)

Nervosa com a possibilidade de a filha continuar sendo destratada socialmente, a mãe de Kaur decidiu levá-la a um salão de beleza. “Foi horrível”, relata. “A cera sendo colocada, depois o papel e então o puxão… Eu gritei tão alto que uma mulher que fazia o cabelo do outro lado da porta jogou longe a revista que tinha em mãos. Eu não parava de chorar. Repeti isso por vários dias, porque meus pelos cresciam muito rápido. E entre uma depilação e outra, ainda raspava o que ia crescendo. Eles repetiam o procedimento até minha pele queimar.”


Em vez de cessar o bullying, as depilações só contribuíam para que Kaur alimentasse uma enorme vergonha de sua aparência. “Já chegaram a me ameaçar com faca, me tocarem com o pênis”, conta. Aos 15 anos, ela passou a faltar nas aulas, considerar o suicídio e a se machucar. “Eu queria punir meu corpo por ser desse jeito. Queria machucá-lo.”


Até que um dia ela esvaziou um pote de remédios em sua mão. “Foi a virada”, conta. “Pensei, ‘Dane-se!’. Se quem pratica bullying está vivendo, por que eu não deveria viver?”


Desde então, ela trocou o salão de beleza por brincadeiras no parque com o irmão e ainda agregou ao seu estilo um turbante, que funciona como um símbolo de sua força e uma maneira de projetar sua identidade com orgulho.


Apesar de ter recuperado sua autoestima, ela ainda sofre pressão para retirar a barba e o bigode. “As pessoas me dizem: ‘Você parece um homem’. Você não vai conseguir casar ou trabalhar”, conta. Ela resiste.


Como ativista do resgate da autoestima e antibullying, ela acredita que a sociedade pode ser “curada pelo empoderamento, por mulheres fortes”. Por isso usa as redes sociais para alcançar pessoas como ela. “Uma a cada cinco mulheres tem ovário policístico e muitas se aproximam de mim para saber como combater o bullying e aceitar a si mesmas”, diz. “Eu quero que elas pensem que, se eu estou na passarela [ela desfilou recentemente para uma marca de joias], elas também podem. Quero quebrar o molde.”


Sua visibilidade nos meios de comunicação tem a transformado em uma espécie de imã de fetichistas também. “Eu dou risada, apago e logo bloqueio”, diz. “Não passei por tudo isso para me tornar objeto de ninguém. Tem muita gente rasa por ai, então acho que preciso de um homem ou mulher forte para que realmente me diga o quer comigo.”


Kaur também se posiciona contra a ideia de que são os órgãos genitais que nos definem. “Eu não acredito no gênero. Quem foi que disse que vagina é de mulher e pênis é de homem, ou que rosa é para meninas e azul para meninos? Estou sentada aqui com uma vagina, dois seios e uma bela barba. Vivo pela frase ‘meu corpo, minhas regras’.”



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Saiba por que ser mulher custa mais caro

Todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares (Foto: Marcel Valvassori)Todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares (Foto: Marcel Valvassori)

Você sabia que uma calça jeans custa R$ 30 a mais para uma mulher do que para um homem? Que o modelo feminino de uma lâmina de barbear pode ser R$ 4 mais caro do que o masculino? E que um corte de cabelo pode sair quase 1/3 acima do preço só porque a cliente é menina? A prática de cobrar preços mais altos para consumidoras incomoda feministas e estudiosos do mundo todo, que passaram a chamá-la de taxa rosa.


Raul e Teresa são irmãos gêmeos, têm 1 ano, mas desde o nascimento Raul tem chances de ser mais rico do que a irmã. Logo após o parto, os pais de Teresa começaram a pagar mais caro pelas roupinhas dela do que pelas dele. Uma camiseta de manga comprida para meninos saía por R$ 69 no e­-commerce da loja infantil Green em junho. As opções do mesmo produto para Teresa variavam de R$ 76 a R$ 89. O banho de Teresa também é mais salgado do que o do irmão. Um frasco de xampu com embalagem do filme Carros, com 300 ml, da marca Biotropic, na farmácia Netfarma, custava R$ 3,99 em uma promoção em agosto. Já o da Barbie, feito pelo mesmo fabricante, era vendido por R$ 9,40 na mesma ocasião. Se fossem adolescentes, a matemática não seria diferente. Raul pagaria R$ 379 por sua primeira calça Levi’s 501. Teresa desembolsaria R$ 30 reais a mais. Na vida adulta, tampouco a equação seria equilibrada. Se fossem cortar os cabelos juntos no Studio W, no Shopping Iguatemi, em São Paulo, Teresa desembolsaria R$ 308 e Raul, R$ 240.


Ao longo da vida, Teresa e todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares. Esses são os dados preliminares da primeira pesquisa que avalia preços e gênero do país, feita pelo professor de cultura e consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing Fabio Mariano Borges, de São Paulo, que será lançada no mês que vem. “A indústria e o varejo não sabem justificar”, afirma o pesquisador. “É um viés de mercado, um vício. Já trabalhei em muitas empresas e nunca ouvi ninguém dizendo que se deve cobrar mais por um produto só porque ele é voltado para o público feminino. É uma opressão, uma discriminação de gênero que se repete sem nos darmos conta. Por isso, é tão importante chamar atenção para a questão”, completa Borges.

É um vício de mercado, uma opressão, uma discriminação de gênero”Fabio Borges, professor da ESPM

Marie Claire vasculhou shopping centers, farmácias, lavanderias, cabeleireiros em São Paulo, além de lojas virtuais que atendem todo o país. Encontrou discrepâncias como as que estão no quadro no fim da matéria. “A taxa rosa, como é chamada essa cobrança abusiva de produtos para as mulheres, já é debatida há alguns anos no exterior, mas está sendo pensada há pouco tempo no Brasil. As marcas se aproveitam do desconhecimento das consumidoras para cobrar mais delas” afirma Nana Lima, da consultoria em mercado feminino Think Eva. “As consequências são terríveis porque as mulheres ganham menos e têm de pagar mais.” Dados da Organização Internacional do Trabalho mostram que as brasileiras recebem, em média, 22% menos do que os brasileiros para desempenhar a mesma função. Se, hoje, Teresa e Raul fossem adultos, trabalhassem no mesmo lugar e com o mesmo cargo e ela recebesse R$ 12 mil, é bem provável que Raul ganhasse R$ 14.640. Se Teresa gastasse 5% da renda com produtos de consumo pessoal, como mandam os manuais de finanças pessoais, desembolsaria R$ 600 por mês. Se o irmão comprasse exatamente os mesmos itens que ela, gastaria R$ 545. Se todos os outros gastos de ambos fossem equivalentes, Raul ficaria R$ 31.740 mais rico do que ela a cada ano. Em 20 anos, compraria um apartamento de dois quartos em um bairro de alto padrão em São Paulo. Já Teresa…

As consequências são terríveis, as mulheres já ganham menos”Nana Lima, consultora da Think Eva

As primeiras a atacar a taxa rosa foram as americanas. Em 1998, a cidade de Nova York criou uma lei que proibia os estabelecimentos de cobrar preços diferentes para homens e mulheres pelo mesmo serviço. Os alvos eram cabeleireiros e lavanderias. A regra não incluía produtos. Há dois anos, o coletivo feminista francês Georgette Sand decidiu se debruçar sobre os preços nas gôndolas de Paris. Criou um tumblr, o womentax.tumblr.com, para postar flagrantes. Uma mochila feminina, por exemplo, custava 6 euros a mais do que a versão idêntica masculina. Além do site, fizeram barulho com petições online e hashtags. A campanha chamou atenção das autoridades, que trataram de investigar o comércio. O governo francês criou, então, um Conselho de Consumidores para debater a questão.

Para o professor Fabio Mariano Borges, da ESPM, há uma motivação histórica para a taxa (Foto: Marcel Valvassori)Para o professor Fabio Mariano Borges, da ESPM, há uma motivação histórica para a taxa (Foto: Marcel Valvassori)

Graças a esse combustível, outros países decidiram olhar para o tema. Em abril de 2015, o coletivo australiano Get Up lançou uma campanha convocando os consumidores a denunciar lojistas que cobram a taxa rosa. Ação parecida fez o Departamento de Relações de Consumo (Departament Consumer Affairs, o DCA) da prefeitura de Nova York. Compararam as versões femininas e masculinas de 800 produtos em cinco indústrias, 24 lojas, 91 marcas e 35 categorias. Analisaram brinquedos, acessórios e roupas de crianças e adultos, produtos de cuidados pessoais e para a casa. Constataram que, em média, os direcionados ao público feminino custam 7% mais que os masculinos. O próprio DCA incentivou as consumidoras a denunciar abusos nas redes sociais.


O QUE ESTÁ POR TRÁS DA COBRANÇA?
Para o professor Fabio Mariano Borges, da ESPM, há uma motivação histórica para a taxa. “A partir do século 18, as lojas e o ambiente de consumo se tornaram espaços predominantemente femininos porque as mulheres eram – e são até hoje – as responsáveis pelo abastecimento da casa. Pegava mal, por exemplo, para um homem ser frequentador assíduo de uma loja. Hoje, elas são o maior grupo entre os consumidores e o varejo se adaptou a isso. Uma hipótese é a de que os preços mais baixos sejam um atrativo para os homens irem às lojas”, afirma.


Procuradas as empresas Gillette, Levi’s, Green, Track & Field afirmam que os produtos para o público feminino destacados pela reportagem têm particularidades que os tornam mais caros. No caso das lâminas de bar­bear, por exemplo, a Gillette diz que: “Venus é diferente de uma lâmina masculina porque os aparelhos […] apresentam cabo ergonômico e cartucho oval flexível que se adapta ao corpo feminino”. A Green atribuiu a diferença às estampas aplicadas sobre as camisetas. “Na nossa loja, a menina não procura coisas simples”, diz Márcia Naas, coordenadora de produto da marca. A Levi’s afirma que os produtos femininos possuem materiais, lavagens, customizações e aplicações diferenciadas. “A pirâmide de preços estende-se comparada ao masculino, por causa [dos] produtos e do comportamento da consumidora mulher, que não considera o preço um fator tão determinante para a compra”, disse a empresa por meio de sua assessoria de imprensa. A Track and Field  segue no mesmo tom. “A diferença de preço depende de fatores que vão da negociação do tecido […] ao tempo de produção do produto […]. Se levar em consideração dois produtos com as mesmas especificações, o preço não varia.” A Biotropic, fabricante dos xampus infantis, disse que não tem preços diferentes por gênero, mas que os varejistas têm liberdade de não utilizar as tabelas recomendadas. O cabeleireiro Studio W diz que a diferença se dá pelo tempo de manutenção dos cortes. “O homem, normalmente, corta o cabelo a cada 20-30 dias e a mulher a cada 40-90 dias ou mais”, afirmou a empresa, também por meio da assessoria.


Agora, cabe a nós, brasileiras, fazer barulho para revolucionar o mercado nacional. Encontrou preços diferentes para os mesmos itens dirigidos a homens e mulheres? Poste os flagrantes que encontrar e marque #pelofimdataxarosa.

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